Anticoncepção de Emergência: Perguntas e Respostas

Conheça o Manual:

Anticoncepção de Emergência: Perguntas e Respostas para Profissionais de Sáude.

Produzido pelo Ministério da Saúde, o manual conta com perguntas frequentes e respostas esclarecedoras sobre o tema.

Perguntas como:

  • Em quais situações a anticoncepção de emergência está indicada?
  • Como é feita a anticoncepção de emergência?
  • A anticoncepção de emergência é eficaz? Qual o risco de falha?

São respondidas em uma linguagem fácil e didática. Tire suas dúvidas, caso a pergunta que você tenha não esteja no manual, envie para nós através da nossa página do Facebook, ou pelo email de contato!

Faça bom proveito!


Novas armas contra o Câncer e a Diabetes

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) aprovou duas novas possibilidades de tratamento nesta segunda-feira (30/05).

A Temozolamida, segundo a bula do medicamento, tem indicação para combater o glioblastoma multiforme, astrocitoma anaplásico e melanoma maligno metastático em estágio avançado.

“Gliomas são tumores cerebrais primários provenientes da proliferação descontrolada de células gliais, representadas pelos astrócitos, oligodendrócitos e células ependimárias. O glioblastoma multiforme (GBM) assume notável importância ao representar pelo menos 80% dos gliomas de alto grau, ditos “malignos”, que incluem aqueles classificados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como grau III (Astrocitoma Anaplásico, Oligodendroglioma Anaplásico, Oligoastrocitoma Anaplásico) ou grau IV (Glioblastoma, GBM), sendo, dessa forma, o tumor primário mais comum do sistema nervoso central (SNC).”

Texto retirado do artigo intitulado:Glioblastoma multiforme em idosos: uma revisão sobre seu tratamento com ênfase na abordagem cirúrgica“, com autoria de Guilherme Lellis Badke, Alexandros Theodoros Panagopoulos, Guilherme Brasileiro de Aguiar e José Carlos Esteves Veiga (Arq Bras Neurocir 33(1): 45-51, 2014).

Foi aprovado também pela Agência o registro nacional do NESINA PIO (r) [benzoato de alogliptina + pioglitazona] na forma de comprimido. O medicamento será fabricado e distribuído pela Takeda Pharma.

Para saber um pouco mais sobre a alogliptina, recomendo a leitura deste artigo.


Promessas? A pílula do câncer falha em testes

O texto retirado do site do Conselho Federal de Farmácia (matéria na íntegra) é oriundo do O Estado de S.Paulo sendo a autoria de Paula Felix.

“Fizemos o teste com tumores de crescimento rápido para verificar se (a substância) tinha alguma atividade anticancerígena. O que a gente notou é que ela não mata as células tumorais”, explica Manoel Odorico de Moraes Filho, professor titular de Farmacologia Clínica da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará e um dos coordenadores do estudo do MCTI.

Especialistas. Presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, Gustavo Fernandes diz que os resultados reforçam os pedidos para que os pacientes não parem o tratamento convencional para tomar a substância. “Parece que não é tóxico e não funciona. Todo tratamento precisa ter uma comprovação clínica. Se fosse um rito normal de pesquisa, pararia por aqui. Se não funciona em cobaia, não seria levado para humanos.”

Qual o seu posicionamento frente a Fosfoetanolamina? O site Farmacologia quer saber!


Curso de Perícia Forense! Não perca essa oportunidade!

Atenção para você que tem interesse na área! O curso será ministrado na cidade de Fortaleza – CE! Aproveite a oportunidade!

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Curso de Perícia Forense.

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Curso realizar-se-á no dia 14 de Maio no Auditório do Shopping Del Paseo, para maior conforto e segurança.

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Aguardamos vocês!!

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Realização: Prof. Diego Lima em
Parceria com o Instituto Wiser

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Diclofenaco de Sódio altera a Pressão Arterial?

Muitos clínicos tem essa dúvida e limam o sal sódico do diclofenaco por precaução na terapêutica aplicada ao paciente. O “Século do Sal” foi revolucionário na vida de muitos hipertensos, pois vários eram os pacientes que, até algumas décadas atrás, não tinham o conhecimento dos males causados pelo uso abusivo do sal de cozinha.

Mas e então? Usar ou não o sal sódico deste fármaco para tratamento das inflamações?

O Conselho Federal de Farmácia, em sua página oficial, traduziu de forma clara este tema, esclarecendo a todos esta dúvida:

Resposta do Conselho Federal de Farmácia sobre a pergunta: Pacientes hipertensos podem utilizar diclofenaco sódico? O sal potássico seria mais indicado?

Resposta do CFF emitida dia 04.10.2012:

“O diclofenaco é um fármaco anti-inflamatório não esteroide (AINE) com atividade anti-inflamatória, analgésica e antipirética (Klasco, 2012).

O diclofenaco potássico e o diclofenaco sódico não apresentam diferenças farmacodinâmicas (mecanismo de ação) nem farmacocinéticas significativas, haja vista ambos serem administrados na mesma dose e absorvidos na forma ácida; ademais, a porção da molécula que apresenta ação é o diclofenaco, comum a ambos. Porém, em razão das opções de formas farmacêuticas disponíveis, os produtos comercializados podem diferir quanto ao tempo de início e duração da ação, interferindo assim na dose e esquema posológico a serem indicados para cada um deles (Klasco, 2012).

Dessa forma, as diferentes indicações das formas sódica e potássica do diclofenaco se devem somente à tecnologia farmacêutica (forma de liberação do fármaco) empregada (AHFS, 2011).

Duas meta-análises (Pope, 1993; Jonhson, 1994) envolvendo mais de 90 ensaios clínicos demonstraram que os AINE (como ácido mefenâmico, cetoprofeno, cetorolaco, diclofenaco, piroxicam, valdecoxibe) podem elevar a pressão arterial. Ambas as meta-análises apresentaram maior elevação da pressão arterial em pacientes hipertensos (Batlouni, 2010).

O aumento da pressão arterial associado ao uso de AINE relaciona-se à diminuição significativa nas concentrações de prostaglandinas e renina (Pope, 1993; Batlouni, 2010).

O conjunto de dados também mostrou que os AINE interferem nos efeitos de várias classes de anti-hipertensivos, especialmente naqueles cujo mecanismo de ação envolve a síntese de prostaglandinas vasodilatadoras, tais como diuréticos, inibidores da enzima conversora de angiotensina e betabloqueadores. Bloqueadores dos canais de cálcio e antagonistas dos receptores da angiotensina II mostraram menos interferência por AINE (Batlouni, 2010).

Considerando a literatura científica consultada, o diclofenaco, tanto sódico como potássico, pode interferir na pressão arterial do paciente. Entretanto, essa interferência não se deve ao fato de um ser sódico e outro potássico, mas sim, por ser um AINE.

BIBLIOGRAFIA


1. Klasco RK (Ed): Drugdex System. Thomson MICROMEDEX, Greenwood Village, Colorado, USA. Disponível em: http://www.thomsonhc.com/. Acesso em: 13.08.2012.

2. Klasco RK (Ed): Martindale: The Complete Drug Reference. Thomson MICROMEDEX, Greenwood Village, Colorado, USA. Disponível em: http://www.thomsonhc.com/. Acesso em: 13.08.2012.

3. McEvoy GK (Ed.). AHFS: Drug Information 2011. Bethesda: ASHP, 2011.

4. Pope JE, Anderson JJ, Felson DT. A meta-analysis of the effects of nonsteroidal anti-inflammatory drugs on blood pressure. Arch Intern Med. 1993; 153: 477-84. PubMed ID: 8435027

5. Jonhson AG, Nguyen TV, Day RO. Do nonsteroidal anti-inflammatory drugs on affect blood pressure? A meta-analysis. Ann Intern Med. 1994; 121 (4): 289-300. PubMed ID: 8037411

6. Batlouni M. Nonsteroidal anti-inflammatory drugs: cardiovascular, cerebrovascularrenal effects. Arq. Bras. Cardiol. 2010 Apr. 94(4).”


A Organização Mundial de Saúde recomenda que para uma dieta saudável diária seja necessário não mais que 5 gramas de sal de cozinha (ou, aproximadamente, 2 gramas de sódio isolado presente neste sal). [Fonte: World Heath Organization – Healthy Diet / Reducing Salt Intake in Populations]. Logo em uma formulação farmacêutica de um comprimido que contém 50mg do fármaco, onde o mesmo está conjugado com o sódio, a quantidade presente do íon é muito baixa para causar um transtorno no paciente ao ponto de descompensar seus valores eletrolíticos e alterar sua pressão arterial.

Portanto, como conclusão, o fármaco Diclofenaco de Sódio não altera a pressão arterial devido a presença do íon sódio em sua formulação, mas sim pela sua classe terapêutica (AINE). Vale ressaltar que, no contexto da postagem e com fármacos não-MIP, o manejo deste tipo de paciente deve ser feito exclusivamente por um profissional prescritor devido a avaliação do binômio risco/benefício na introdução desta terapêutica em um paciente com quadro de hipertensão arterial sistêmica.


FDA aprova o “Viagra Feminino”

Em breve chegará ao mercado americano o “Viagra Feminino”. É uma longa jornada até a aprovação total pela FDA, mas mesmo assim a indústria detentora da patente mostra-se confiante. Inicialmente o produto havia sido rejeitado pela FDA, porém em junho deste ano, com novos testes apresentados, a FDA voltou atrás da negativa. Flibanserin [Addyi] (“Pink Pill”), como também é chamada, é patente da Sprout Pharmaceuticals, empresa que prevê a chegada do produto no mercado americano em 7 de outubro deste ano. Como foco, o medicamento visa tratar mulheres em menopausa como redução de libido. Porém existem pessoas que se mostraram muito receosas e até contrarias ao uso do medicamento.

“Salvação de uns e desgraça de outros”. Segundo o site Medscape, vários profissionais enviaram cartas e documentos ao FDA solicitando a não-aprovação do produto. Dentre as alegações, os efeitos adversos com o uso concomitante de álcool e de qual forma a industria detentora do medicamento caracteriza “baixo libido feminino”, foram destaques.

A notícia na íntegra você acompanha no link abaixo:
http://www.medscape.com/viewarticle/849643#vp_1


Medicamento Biossimilar Chega ao Mercado Brasileiro

Um nome desconhecido para muitos profissionais da área da saúde, o biossimilar é uma nova promessa na clínica. O Conselho Federal de Farmácia fez uma abordagem interessante sobre esse novo medicamento aprovado pela ANVISA. “A empresa farmacêutica Hospira deve comercializar no Brasil, ainda neste ano, o Remsima, um medicamento biossimilar indicado para doenças como artrite reumatóide, psoríase e enfermidades inflamatórias intestinais. No nicho de remédios biológicos em que o Remsima vai entrar, os gastos anuais estão na casa de R$ 1,3 bilhão. Os biossimilares costumam ser mais baratos do que os medicamentos biológicos de referência”, cita o conselho federal.

Ainda segundo o conselho, “O Remsima foi desenvolvido por uma empresa coreana chamada Celltrion, com quem a Hospira tem um acordo de cooperação de negócios desde 2009. Uma das líderes globais em produtos biossimilares, a Hospira vende remédios biossimilares em 26 países europeus e no Canadá. No ano passado, a receita líquida da companhia foi de US$ 4,5 bilhões. O Remsima é o primeiro remédio biológico aprovado pela Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) baseado em estudos de comparabilidade, diz Eduardo dos Santos, vice-presidente comercial para a América Latina da Hospira. A biossimilaridade deve ser comprovada por comparação direta com a droga de referência – o Remicade (infliximab), no caso – num estudo clínico único que use os mesmos procedimentos, por uma resolução da Anvisa de 2010, a RDC 55-2010.”

No site oficial da Celltrion, você encontra indicações, aspectos organolépticos, dentre outras informações sobre o Remsima. O medicamento em questão trata-se de um anticorpo monoclonal que neutraliza o fator de necrose tumoral (TNF-alfa). Todos esses dados e outros estão na ficha técnica do medicamento online.

Este medicamento deve mudar a vida de várias pessoas que sofrem com essas patologias. Outros biossimilares são produzidos e comercializados pela Celltrion em outros países. Com essa porta de entrada, o Remsima pode ser o cartão de visita da empresa para novas terapêuticas, auxiliando a equipe médica a obter resultados ainda melhores.


Medicamentos mais prescritos

Foi publicado recentemente no site Medscape um artigo falando sobre os 100 medicamentos mais prescritos nos Estados Unidos. O Synthroid®, pertencente ao laboratório Abbott, foi o medicamento mais prescrito dentre os 100 da lista, sendo acompanhado logo em seguida pelo Crestor® (laboratório ASTRAZENECA). No Brasil, segundo o Conselho Federal de Farmácia, “O medicamento mais vendido no Brasil em 2014 foi um produto genérico. De acordo com o IMS Health, a Neo Química, marca institucional da Hypermarcas para genéricos e similares, vendeu R$ 515 milhões em anti-hipertensivo losartana potássica no ano passado. Já em volume, o produto mais vendido, também da Neo Química, foi o descongestionante nasal Neosoro, que chegou perto de 40 milhões de unidades vendidas.

O site O Globo, em 2013, publicou uma lista de medicamentos mais vendidos no país, dentre eles o Neosoro ficou em primeiro lugar, seguido pelo Puran T4® (do laboratório SANOFI-AVENTIS).

E você? O que achou da lista e da imagem que estes dados mostram? Qual a sua interpretação frente a isso? Comente no espaço abaixo a sua opinião e fique a vontade para debates e discutir com outros colegas.

O site Farmacologia Clínica vai abrir o tópico para debates. É sempre interessante fazer este comparativo sobre os medicamentos prescritos / vendidos aqui e fora do país, pois com isso podemos entender como está funcionando a terapêutica estrangeira, como andam as principais doenças ao redor do mundo e ainda aprimorar, aprender e ensinar novas abordagens.

Link da lista no site Medscape

Comentário do Conselho Federal de Farmácia

Lista publicada no site O Globo em 2013


Dapagliflozina no tratamento da Diabetes.

Trata-se de uma alternativa terapêutica para o tratamento da Diabetes Mellitus tipo 2. A dapagliflozina foi matéria recente no site Medscape como uma excelente escolha para terapia contra este enfermo. Segundo as Novas Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes, o mecanismo de ação deste fármaco baseia-se em sua atuação como inibidor do co-transporte tubular renal de sódio-glicose (inibidores do SGLT2 – do inglês Sodium-Glucose Linked Transporter type II). A dapagliflozina integra esta classe de medicamentos juntamente com outros fármacos, como por exemplo, a canagliflozina e empagliflozina. Estes dois últimos recentemente disponíveis.

Dapagliflozin_1

Medicamentos desta classe atuam inibindo a reabsorção tubular proximal de glicose e sódio, por mecanismo independente de insulina, promovendo um aumento de glicosúria (presença de glicose na urina) com melhora do controle glicêmico, perda de peso e redução da pressão arterial. Estes medicamentos dependem da habilidade renal de filtrar glicose e não devem portanto ser utilizados em pacientes com TFG < 30 ml/min. O artigo do site Medscape ressalta ainda que este medicamento está indicado em pacientes com insuficiência renal leve, porém, não deve ser utilizado por pacientes com insuficiência renal moderada ou grave, pois o mesmo depende da saúde renal para ter efeito terapêutico. O uso de dapagliflozina está associado também ao aumento da incidência de infecções do trato urinário inferior, porém estas infecções geralmente são leves ou moderadas, respondendo a tratamentos básicos com antibióticos. Para mais informações, consulte as referências bibliográficas abaixo e o bulário eletrônico da ANVISA, onde possuem os medicamentos disponíveis em território nacional e suas respectivas características farmacológicas e clínicas. Para os sites de pesquisa eu recomendo as palavras-chave: Dapagliflozin e SGLT2.

Referências Bibliográficas:

  • Artigo publicado no portal Medscape:
    http://www.medscape.com/viewarticle/839642
  • Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes:
    http://www.diabetes.org.br/images/2015/area-restrita/diretrizes-sbd-2015.pdf

Vamos saber envelhecer.

Hoje trago uma reflexão a cerca da saúde atual.

Um estudo observacional avaliou pacientes até os seus últimos anos de vida no período de 1998 a 2010, verificando o quanto esses pacientes sentem dor, tem depressão, dentre outros fatores. Como resultado, foi visto que pessoas tem sofrido mais antes da morte nos últimos anos. Nos anos 90, segundo esse estudo, pacientes morriam de maneira mais branda, atualmente (2009-2010) esta realidade é outra.

A população está vivendo mais, está envelhecendo mais, isso é mérito dos profissionais de saúde e outros adjuvantes que garantem a manutenção da “homeostasia” humana por tantos anos. Porém, este mesmo paciente, em seus momentos finais, muitas vezes sente mais dor e depressão do que já sentiram antes. Reflexo de uma vida “bem vivida”. Câncer e problemas cardíacos encabeçam as listas de óbitos ao redor do mundo.

Precisamos saber envelhecer. Acredito que existe uma super-confiança em nós, que dedicamos as nossas vidas em prol da saúde do próximo. Não podemos fazer milagres. Vamos pensar no futuro de forma mais séria.

Muitas pessoas só procuram o médico quando acham que necessitam, mal sabem que muitas doenças são assintomáticas e que poderiam ser descobertas por exames de rotina. Quantas vezes em um ano procuramos um dentista? Quantas vezes procuramos um farmacêutico em uma farmácia para perguntar como faz uso de determinada medicação (“…que a vizinha disse que era bom para aquilo”… Vale ressaltar que farmacêuticos em todo país têm salvado vidas ao longo dos anos orientado corretamente vários casos assim). Muitas medicações feitas sem uma orientação e prescrição qualificada de um profissional trazem graves problemas a saúde. Isto já é realidade com o uso indiscriminado de AINES e corticóides.

De modo geral, quantas vezes você procura um profissional da área da saúde para saber se está tudo realmente bem?

“Vamos saber envelhecer. Vamos envelhecer bem.”

Pense nisso. Fica a reflexão.

O Abstract do artigo encontra-se aqui: http://annals.org/article.aspx?articleid=2107746