Brasil pede a OMS vacinas para conter surto de febre amarela

A matéria na íntegra encontra-se no site Medscape:

“O Ministério da Saúde confirmou na noite desta sexta-feira (17) a aquisição de 3,5 milhões de doses de vacinas de febre amarela através do Grupo de Coordenação Internacional (GCI), formado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), Federação Internacional da Cruz Vermelha e Sociedades do Crescente Vermelho (IFRC), Médicos Sem Fronteiras (MSF) e Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), com secretariado da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS). Pela manhã, a OMS havia informado ao Medscape o pedido de acesso aos seis milhões de vacinas contra febre amarela que a instituição mantém para atender situações de emergência. O governo também anunciou a compra de outras 8,46 milhões de doses do laboratório Bio-Manguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)”. (O texto acima, foi retirado da matéria do site Medscape)

A Sociedade Brasileira de Infectologia expediu um informativo com várias recomendações aos profissionais de saúde sobre a temática no dia 13/02/2017. O texto na íntegra você encontra neste link.

Dentre os tópicos do texto estão as recomendações, histórico de transmissão da febre amarela no Brasil, Informações sobre coleta, acondicionamento e transporte de material para exames específicos, dentre outros.

Das recomendações da SBI:

 Não é recomendada a vacinação contra FA de pessoas vivendo fora de áreas endêmicas, uma vez que o risco da vacina suplanta seus benefícios.

 Só é recomendada a vacinação para febre amarela em pessoas vivendo ou que vão viajar para áreas endêmicas para febre amarela, conforme mapa do Ministério da Saúde (Figura disponível no texto original).

 Neste grupo, a vacina é recomendada para pessoas entre 9 meses e 60 anos de idade, desde que não estejam imunossuprimidas, gestantes, mulheres em lactação e pessoas com doença no timo (ver texto para melhor discriminação dos grupos e exceções).

 Pessoas com mais de 60 anos deverão ser avaliadas em relação ao risco/benefício para recomendação de vacinação.

 Quando não há possibilidade de vacinação de pessoas visitando áreas endêmicas, deve-se reforçar medidas de proteção como uso de repelentes e roupas impregnadas com permetrina.

 Repelentes podem ser utilizados em crianças a partir de 2 meses de idade, segundo recomendações internacionais.

 No Brasil, a ANVISA só recomenda a utilização de repelentes a partir de 6 meses de idade (ver texto para melhor discriminação das recomendações).

 Os casos suspeitos devem ser imediatamente notificados aos CIEVS de cada Estado.

(Texto acima retirado do informativo expedido pela SBI)

Cuide-se, divulgue o informativo da SBI e siga as orientações do seu Farmacêutico e do seu Médico no combate contra a FA! Vamos fazer a nossa parte!